Estudos Novos Trilhos

Curimba

Transamba-pós-sobá! Tacafogo Jacaré! Sambaloco no Campão!

Vocabulário original, sonoridade inusitada regada a rock, samba, funk, rap, pop, hip hop. Com Da Carvalho (vocal), Adrian Okumoto (baixo), Rodrigo Shiká (percussão), Anédio Japão (bateria), Renan Okumoto (violão) e Lean Kominato (guitarra), a banda Curimba, criada em 2008, apresentou uma nova identidade na cena musical de MS. As composições refletem a cultura urbana da Capital sul-mato-grossense, falam de gente comum, do cotidiano. Quanto ao estilo, ritmo, rótulo e identidade, a Curimba afirma que “talvez esses rótulos não sejam tão importantes, até hoje não conseguimos rotular um estilo só, no geral, tocamos ‘sambaloco’”.




Louva Dub


A banda Louva Dub foi a precursora do estilo Dub (variação eletrônica do reggae) em nosso estado, com composições próprias. A vocalista da banda Lauren Kury, explica que as músicas trazem mensagens positivas: “a banda quer passar uma mensagem sobre a vida, tudo o que move as pessoas para que elas sejam melhores”.

Inovação, positividade, novos olhares. Louva Dub contribuiu para o novo cenário da música de MS com ingredientes especiais, e por isso, estará conosco em Novos Trilhos.




Dombraz
Com seis anos de estrada, a Banda Dombraz, que é formada por Chris Haicai (vocal), Dhonattas Oliveira (guitarra), Bruno Chencarek (baixo), o percussionista Rodrigo Shimabukuro e o baterista Mateus Yule, tem uma originalidade sonora que parte do samba e trilha até as novas possibilidades da música popular brasileira. Com dois álbuns lançados, “Mandando Brasa” em 2010 e “Dombraz – Ao Vivo” em 2012, despertam energia e entusiasmo no público, além de contribuir para o enriquecimento cultural do novo cenário da música em MS.



Jennifer Magnética



Uma banda de rock formada em 2007 por Rodrigo Faleiros (baixo, voz e melancolias), Jean Stringheta (guitarra, voz e psicotrópicos) e Diogo Zarate (bateria, voz e sabonetes). Desde então, na ativa ininterruptamente, tem como intenção produzir, gravar e divulgar músicas próprias, mas com inspirações oriundas de diversas vertentes do Rock e de outros estilos musicais, sem a preocupação de se encaixar em um ou outro rótulo do estilo. Essa é a principal característica desta banda. Às vezes limpa e apresentável, às vezes agressiva e visceral, em outras melancólica e poética. 




Jerry Espíndola e Pétalas de Pixe



Uma mistura marcante. Jerry Espíndola e as pétalas Jane Jane (baixo), Mitcho (guitarra), Fabrizia de Souza (teclado) e Ju Souc (bateria) trazem uma nova textura em suas composições que expressam “as relações contemporâneas, mediadas pelas redes sociais, a falta de tempo, desejos, flertes e reflexões, retratados com bom-humor e características próprias”. Juntos há dois anos, esse trabalho que exprime inovação e qualidade fará parte da nossa viagem pelos “Novos Trilhos” da música sul-mato-grossense.






Sarravulho





“Sarravulho é expressão orgânica, pura, diferente da beleza plástica que estamos condicionados a absorver pela grande mídia. A proposta é modernizar o passado respeitando o que foi construído de bom na música brasileira, bem como a busca por novas influências e horizontes.” Assim se resumem Erick Barem, na voz e violão, Bruno Moser no baixo, Chico Simão na bateria, Leandro Perez na guitarra e Anderson Rocha, também na guitarra. As letras tratam Mato Grosso do Sul através de uma perspectiva urbana, menos bucólica, uma característica marcante que estará presente em Novos Trilhos.




Grupo Sampri


As vozes encantam, a batucada intimista é um convite especial para conhecer, dançar e se cativar. Renata, Luciana e Magally, são três irmãs criadas nas rodas de samba, tendo por influência seu pai e avô, elas compõem o primeiro grupo de samba de Mato Grosso do Sul formado por mulheres. O trio foi formado em 2002, tem um repertório riquíssimo que contempla os clássicos do samba e composições autorais. 




Forrozen


Com a fiel proposta de mostrar um som dançante, cálido e extrovertido, genuinamente brasileiro (e integrando a cultura nordestina com as tradições sul-mato-grossenses), Forrozen surgiu em Campo Grande (no ano de 2006) tendo em sua formação os ecléticos e talentosos músicos Zé Bruno, Ricardo Ramalho e Juninho. Na sua consistente trajetória, Forrózen vem conquistando espaço (e admiradores) nas cidades do nosso Estado. Sacando com atenção (e ouvido crítico) o som que nos apresenta a banda Forrozen, fica fácil notarmos que – a continuar conscientemente com esta proposta e atitude – o grupo certamente conquistará, num futuro próximo, o amplo e justo sucesso através do reconhecimento da mídia nacional. Fonte: Academia Sul-Mato-Grossense de Letras - ASL





Muchileiros


Rock dos anos 70 e 80, influências latinas e música popular brasileira. Uma mistura inusitada, que além de agradar, retrata a diversidade que existe nas culturas de vários países. Muchileiros é a única banda sul-mato-grossense que reúne influências de vários países da América do Sul, com composições em guarani e instrumentos diferenciados, como Zampoña, quena, flauta doce, gaita de boca e acordeon. Com uma dinâmica original eles atravessaram diversas fronteiras da música, marcando a nova cena musical de MS


                                                                         

Filho dos Livres




Até chegar ao atual momento da música sul-mato-grossense, vários foram os ritmos, acordes e poesias vindas de todos os cantos do Brasil e dos países vizinhos, que lapidaram a moderna música de Mato Grosso do Sul. Para Guga Borba e Guilherme Cruz “a música urbana sul-mato-grossense é o resultado da absorção de todas essas influências, com o olhar atento ao que acontece no estrangeiro”. Esse duo teve papel importante no novo cenário da música do nosso estado, pois apresentou um projeto ousado, pioneiro, que uniu influências regionais, folk, grunge e letras intimistas, conjugando referências sonoras diversas com um romantismo moderno.




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